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🌏 1. Petróleo supera US$ 92 e aumenta temor de inflação

O petróleo voltou a subir nesta terça-feira após a retomada dos confrontos entre Estados Unidos e Irã. O Brent avançou para a região de US$ 92 por barril, enquanto o WTI passou de US$ 87. O risco de interrupção do fluxo pelo Estreito de Ormuz voltou ao centro das atenções.

Por que importa: petróleo mais caro eleva custos de energia, transporte e produção e pode dificultar cortes de juros nas principais economias.

📉 2. Bolsas globais começam setembro sob pressão

Os mercados acionários iniciaram setembro em ambiente de maior aversão ao risco. Os futuros americanos recuaram, enquanto bolsas asiáticas e europeias também registraram perdas em meio à alta do petróleo e dos juros dos títulos soberanos.

Por que importa: juros mais altos e energia mais cara reduzem o espaço para valorização dos ativos de risco.

🌏 3. Juro de 10 anos do Japão chega a 3%

O rendimento do título japonês de dez anos alcançou 3%, maior nível desde 1996. O movimento ocorre em meio à onda global de venda de títulos e às preocupações com inflação.

Por que importa: a alta dos juros japoneses pode alterar fluxos internacionais de capital e aumentar a pressão sobre outros mercados de renda fixa.

🌏 4. Mercado aumenta apostas de alta dos juros do Fed

As expectativas de uma alta dos juros americanos em setembro aumentaram após a combinação de petróleo mais caro, inflação persistente e o discurso mais duro do Federal Reserve. As probabilidades implícitas passaram de 60% em algumas referências de mercado.

Por que importa: uma política monetária americana mais restritiva tende a fortalecer o dólar e elevar o custo de capital global.

🌏 5. Shein estreia em Hong Kong com queda

A Shein estreou na Bolsa de Hong Kong e terminou o primeiro pregão abaixo do preço de oferta, depois de ter chegado a registrar perdas mais acentuadas durante a sessão.

Por que importa: a estreia é acompanhada como um importante teste para o mercado de capitais de Hong Kong e para novas ofertas públicas de empresas de tecnologia e consumo.

🌏 6. China mantém atenção sobre atividade industrial

Os investidores acompanham os dados de atividade chineses em um ambiente de demanda global mais incerta. O mercado de commodities continua sensível ao ritmo de crescimento e à recomposição dos estoques das siderúrgicas chinesas.

Por que importa: a China é o principal mercado consumidor de minério de ferro e exerce forte influência sobre commodities relevantes para as exportações brasileiras.

🌏 7. Ibovespa encerra agosto com nove altas consecutivas

O Ibovespa fechou a segunda-feira em 177.418,78 pontos, alta de aproximadamente 1%, completando o nono pregão consecutivo de valorização. Petrobras e outras empresas ligadas às commodities ajudaram a sustentar o índice.

Por que importa: o mercado brasileiro entra em setembro em patamar elevado, mas enfrentando um ambiente externo mais adverso.

💵 8. Dólar fecha agosto em R$ 5,18

O dólar comercial encerrou a segunda-feira próximo de R$ 5,18, com queda de 0,31% na sessão, mas acumulou alta de aproximadamente 2,22% em agosto.

Por que importa: o comportamento da moeda americana continuará condicionado aos juros dos Estados Unidos, ao risco geopolítico e às condições fiscais brasileiras.

🌏 9. PIB do Brasil é o principal destaque doméstico

O IBGE divulga nesta terça-feira o PIB brasileiro do segundo trimestre de 2026. A expectativa é de desaceleração da atividade em relação ao crescimento de 1,1% registrado no primeiro trimestre.

Por que importa: o resultado ajudará a avaliar a intensidade da desaceleração econômica e seus efeitos sobre a trajetória dos juros brasileiros.

🌏 10. JOLTS e ISM entram no radar dos mercados

Os Estados Unidos divulgam nesta terça-feira o relatório JOLTS, sobre vagas de trabalho, e o ISM industrial. Os dados serão observados em conjunto com os demais indicadores que antecedem o relatório oficial de emprego de sexta-feira.

Por que importa: sinais de força ou enfraquecimento do mercado de trabalho podem alterar as expectativas para a política monetária do Federal Reserve.

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